Seja bem-vinda. Hoje é
  Saia do casulo 
 
 
 
                           
»ISAÍAS [60:1]
1 Levanta-te, resplandece, porque é chegada a tua luz, e é nascida sobre ti a glória do Senhor.
A palavra do Senhor, diz aqui, que devemos reagir, nos mover, porque o nosso chamado é para fazer diferença, entre todos na terra.

Somos filhos de Deus, o todo poderoso, então não há motivo, para não sermos bem sucedidos, em tudo quanto fizermos, porque ele é, foi e será bem sucedido em todas as coisas e herdamos dele a unção da conquista.




Ele nos resgatou para resplandecer, para ser sal da terra, luz do mundo.
Qual o papel da luz: brilhar, clarear, esclarecer, destacar.

O que nos fará resplandecer então?
A glória do Senhor em nós, a presença dele se manifestando ao mundo, em nós.

Porém a igreja, servirá de guia para o mundo, a igreja servirá de referencial, as autoridades da cidade, do país, quando ela resplandecer, quando a glória de Deus se manifestar nela.

4 Levanta em redor os teus olhos, e vê; todos estes se ajuntam, e vêm ter contigo; teus filhos vêm de longe, e tuas filhas se criarão a teu lado.
5 Então o verás, e estarás radiante, e o teu coração estremecerá e se alegrará; porque a abundância do mar se tornará a ti, e as riquezas das nações a ti virão.

Certo dia, um homem estava no quintal de sua casa e observou um casulo pendurado numa árvore. Curioso, o homem ficou admirando aquele casulo durante um longo tempo.
Ele via que a borboleta fazia um esforço enorme para tentar sair através de um pequeno buraco, sem sucesso. Depois de algum tempo, a borboleta parecia que tinha desistido de sair do casulo, as suas forças haviam se esgotado.
O homem, vendo a aflição dela para querer sair resolveu ajudá-la: pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo para libertar a borboleta. A borboleta saiu facilmente, mas seu corpo estava murcho e as suas asas amassadas.
O homem, feliz por ajudá-la a sair, ficou esperando o momento em que ela fosse abrir as asas e sair voando, mas nada aconteceu. A borboleta passou o resto da sua vida com as asas encolhidas e rastejando o seu corpo murcho. Nunca foi capaz de voar…
O homem então compreendeu que o casulo apertado e o esforço da borboleta para conseguir sair de lá, eram necessários para que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas para fortalecê-las e ela poder voar assim que se libertasse do casulo.”
Moral da história: às vezes o esforço é necessário para o nosso crescimento e fortalecimento.

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